A memória se perde no meio do ciclo.
Sete anos é tempo demais para o histórico de um talhão viver na cabeça de alguém.

Cadastre cada talhão, acompanhe o crescimento com inventário dendrométrico e organize colheita e custos — direto do campo, no celular. Quando o comprador de celulose e madeira chamar, os números já estão na sua mão.
Exemplo · Talhão Norte
Valores ilustrativos de um talhão de exemplo.
Entre o plantio e o corte passam, em média, sete anos. É muito tempo de operação, custo e crescimento para confiar à memória ou a uma planilha que se perde. O Rumo Eucalipto acompanha o talhão em cada etapa desse caminho.
Cadastre o talhão: área, clone, espécie, destino final e ciclo alvo. Registre preparo de solo, plantio e adubação de base.
Anote replantio, controle de formiga, herbicida e a sobrevivência das mudas — a base de tudo que vem depois.
Adubação de cobertura, irrigação, poda e desrama, cada operação com o custo registrado.
Meça DAP, altura e volume por hectare. Acompanhe o IMA subir medição após medição.
Registre o volume extraído e a receita. Feche a conta do talhão com o histórico inteiro do ciclo do lado.
Cada anotação que você faz hoje é a resposta que você vai precisar daqui a cinco anos.
Numa floresta de eucalipto, a informação que decide a negociação foi gerada anos atrás. O caderno molhou, encheu ou ficou no escritório. A planilha mudou de computador. O funcionário que sabia o histórico saiu. E na hora de sentar com o comprador de celulose ou de madeira, falta justamente o número que prova o valor da sua floresta.
O Rumo Eucalipto guarda esse histórico no lugar certo, talhão por talhão, do plantio ao corte.
Sete anos é tempo demais para o histórico de um talhão viver na cabeça de alguém.
Sem somar operação por operação, você fecha conta sem saber a margem real de cada área.
DAP, volume por hectare, IMA, idade — tudo existe, só não está organizado.
Cadastre cada talhão com área em hectares, ano de plantio, clone, espécie, destino final (celulose ou madeira) e ciclo alvo. Marque a localização para achar a área no campo. Cada talhão vira uma ficha viva, que cresce junto com a floresta.
Meus talhões
Talhão Norte
12,4 ha · Clone I144
Beira-Rio
8,1 ha · GG100
Sede
15,7 ha · Urograndis
Exemplo ilustrativo.
Registre as medições do jeito que o setor mede: DAP médio (cm), altura média (m), volume por hectare (m³/ha) e o IMA (m³/ha/ano). Acompanhe também a sobrevivência e a densidade básica da madeira a cada inventário. O crescimento fica visível medição após medição.
Anote cada trato florestal: preparo de solo, plantio, replantio, adubação de base e de cobertura, controle de formiga, herbicida, irrigação, poda e desrama. Cada operação com data, insumo e custo — para somar o investimento real de cada talhão.
Veja a floresta inteira num olhar: número de talhões, área total em hectares, volume estimado e IMA médio. O painel consolida o que você registrou e mostra onde cada área está no ciclo.
Na hora do corte, registre o volume extraído (m³) e a receita da venda. Com o custo das operações do lado, você fecha a conta do talhão e enxerga a margem real do ciclo inteiro.
Todo o histórico do talhão — operações, inventários, custos e colheita — fica organizado numa linha do tempo única. Quando o comprador chamar, os dados que provam o valor da sua floresta estão na palma da mão.
Área, clone, espécie, destino final e ciclo alvo. Em poucos toques, a primeira ficha da sua floresta está no ar — comece com um talhão de graça.
A cada operação e a cada inventário, anote direto do celular. Conforme o ciclo avança, o talhão acumula histórico, custo e crescimento — medição após medição.
No corte, registre volume e receita. Com os custos do lado, você vê a margem real do ciclo inteiro — e leva os números prontos para a mesa de negociação.
O que é. O IMA é o Incremento Médio Anual — quanto volume de madeira o talhão produz, em média, por hectare a cada ano (m³/ha/ano). É o volume total acumulado dividido pela idade da floresta.
Por que importa. Enquanto o IMA sobe, a floresta ainda ganha produtividade. Quando ele atinge o ponto máximo e começa a cair, o talhão chegou à sua maturidade técnica — o sinal clássico de que é hora de programar o corte.
O que o app faz. A cada inventário você registra o IMA. O Rumo Eucalipto guarda a sequência para você enxergar a curva crescer e perceber quando ela se aproxima do topo.
É uma ferramenta de organização e acompanhamento. A decisão de corte é sua, com apoio do seu engenheiro florestal — o app não emite laudo técnico.
Curva ilustrativa
Pico do IMA — quando a curva para de subir, a floresta sinaliza que está no ponto de corte.
Valores ilustrativos. Cada talhão tem sua própria curva, conforme clone, solo e manejo.
Se a sua decisão de hoje só dá retorno daqui a alguns anos, organizar o caminho até lá faz toda a diferença.
Você toca a floresta por conta própria e quer todo o histórico organizado, sem depender de planilha solta.
Tem contrato com a indústria de celulose e precisa de inventário e custos em ordem para cada talhão.
Administra muitos talhões em fases diferentes do ciclo e precisa enxergar tudo num painel só.
Planta eucalipto para serraria, lenha ou carvão e quer saber o custo e a margem real de cada área.
Conheça o app com um talhão, sem cartão. Quando precisar acompanhar a floresta inteira, o Eucalipto Pro libera tudo. Você vê o preço antes de assinar.
Sem cartão. Sem prazo para acabar.
Cancele quando quiser.
O Rumo Eucalipto está em pré-lançamento. A versão Android chega em breve às lojas; por enquanto, o acesso é pelo navegador.
O Rumo Eucalipto é parte do ecossistema AgroRumo — apps simples e diretos para quem vive do campo, cada um pensado para uma vertical do agro, com a mesma forma de trabalhar.
Tem um plano gratuito para você conhecer o app, com um talhão. O Eucalipto Pro, que libera talhões e inventários ilimitados, projeção de crescimento e relatórios, custa R$79/mês. Você vê o preço antes de assinar.

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